Anna Laura Wolff conta sobre viagem paradisíaca às Maldivas

 
 

quando pensa em férias a primeira coisa que vem à sua cabeça são momentos de descanso, praia e paisagens paradisíacas? então esse post é para você! A nossa viajante profissional, anna laura wolff, desembarcou nas Maldivas e conta tudo sobre esse destino dos sonhos. Confira:

 
 

 
post 26_0000_abre.jpg
 

A República das Maldivas é uma nação azul: 98% de seu território, a sudoeste da Índia, está coberto pelo mar. O restante corresponde a mais de mil ilhas e ilhotas espalhadas pelo Oceano Índico, uma delas a capital, Malé, por onde chegam os voos internacionais, algumas habitadas e outras delas todinhas propriedades de resorts famosos. A oferta é grande, mas cada pedaço de terra e cada hotel têm uma identidade única, um diferencial. Para eleger seu pequeno paraíso exclusivo, cercado por palmeiras e vistas infinitas do mar, vale focar no propósito da viagem, levar em conta seus gostos pessoais e as experiências que as estadias proporcionam.

 

 
Para eleger seu pequeno paraíso exclusivo, cercado por palmeiras e vistas infinitas do mar, vale focar no propósito da viagem, levar em conta seus gostos pessoais e as experiências que as estadias proporcionam.

Vai em lua de mel? Ou em família? Têm crianças no grupo? Prefere águas calminhas ou quer fazer atividades aquáticas como o mergulho e praticar esportes como o surf? É que cada região tem uma particularidade. Mais no centro dos atols – ilhas oceânicas formadas por recifes de corais –, por exemplo, o mar é calmo e é mais fácil encontrar vida marinha. Já quem vai com os pequenos normalmente prefere hotéis com bangalôs na praia, para evitar riscos.

 

 

Também é importante levar em conta a estação do ano - as Maldivas têm duas épocas distintas: a alta temporada, de setembro a abril, quando os riscos de chuva são mínimos e a água fica uma lagoa, e a baixa, de maio a agosto, com chuvinhas rápidas no fim do dia e mar mais propício para o surf nos points certos. Pra quem busca um conceito mais rústico-chique, o Gili Lankanfushi, a apenas 20 minutos de barco de Malé, é a pedida. O resort eco-friendly é todo focado no meio-ambiente: os bangalôs são de madeira, não se usa plástico e há horta orgânica no local. Mas, ao mesmo tempo, conceitos chiquetosos como mais de dez tipos diferentes de lençóis e travesseiros e essências perfumando o quarto estão disponíveis pra escolha do hóspede assim que a reserva for efetuada. Todos os bangalôs são na água e, o maior deles, tem até um escorregador.

 

 
 

Pertinho fica o Four Seasons Kuda Huraa, que teve os bangalôs sobre a água reformados há pouco e agora conta com duas redes na água, piscina de borda infinita, espreguiçadeiras confortáveis e mesa para refeições no deck, com o mar contrastando com almofadas coloridas. Yoga no stand up paddle, snorkel com tubarões e aulas de culinária são algumas das atividades que rolam ali. Há ainda um centro de preservação com tartarugas-marinhas que foram machucadas por redes de pesca em tratamento até poderem retornar ao mar. Mais ao sul, a 50 minutos de hidroavião de Malé, está outro resort, o Niyama Maldives Private Islands. Os surfistas piram ali: há uma praia de surf privada, exclusiva para hóspedes, com ondas perfeitas. Outros esportes e atividades aquáticas como o mergulho, scooter na água, parasail, jet-ski e caiaques se destacam no hotel.

 
 

 
 
 

Independente da sua escolha, saiba que o conforto e a sofisticação são o ponto-chave das Maldivas e o staff parece adivinhar e antecipar todos os desejos dos hóspedes. Mas não confunda o luxo tropical com exageros na hora de arrumar a mala: você dificilmente vai usar salto alto, já que a areia está por todo lado, e vai ficar nas roupas leves e soltas na maior parte do tempo. Se quiser extravazar, que seja nos biquínis.

 
 

Favoritos do mês by Anna Laura Wolff