Jout Jout fala sobre amor próprio, poder nas redes e seu look favorito

 
 

É difícil passar ilesa ao charme da youtuber Jout Jout - com quase dois milhões de inscritos em seu canal no YouTube e
pouco menos que isso em seu perfil no Instagram, ela ganhou a internet por ser basicamente ela mesma: original, divertida, pertinente e espontânea, tratando de assuntos relevantes que atualmente toda mulher quer ouvir, ‘destabulizando’- como ela
mesma define - tópicos como feminismo e diversidade.

É por isso que não pensamos duas vezes na hora de escalar Julia Tolezano (sim, esse é o nome de batismo dela) para um
evento especial que teremos nesta terça-feira, dia 5 de junho, em nosso Guide Shop na Rua Oscar Freire. Parte da campanha #AMAROmelhordevc, convidamos cinco mulheres de peso para discutir auto-estima e o empoderamento através do conhecimento do corpo e da roupa. Antes disso, batemos um papo exclusivo com a carioca, olha só:

 
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Foto: Divulgação

Onde e como surgiu a ideia de criar um canal no YouTube?

Eu tinha questões com ser criticada e precisava vencer esse medo. Aí achei que um bom lugar seria na internet, porque as pessoas não têm medo de te machucar lá. Resolvi experimentar gravar vídeos e gostei do resultado.

 

Como você faz para definir o que vai ser tema de um vídeo?

Eu vou vivendo, percebendo o mundo a minha volta e isso acaba virando vídeo. Eu só não gosto de falar sobre assuntos que eu não sei falar sobre, o que eu acho super prudente.

 

Sobre a repercussão incrível do vídeo A falta que a falta faz, o que você acha da responsabilidade que influenciadores digitais têm sobre as pessoas atualmente?

Cada influenciador sabe a influência que tem no seu público. Você ter o poder de fazer alguém repensar uma opinião antiga, mudar alguma coisa na própria vida, isso tudo te deixa alerta para as coisas que você se propõe a falar.

 

Seus vídeos tem milhões de views. Você pensa muito no que vai falar em um vídeo ou acaba sendo mais intuitivo?

É intuitivo, mas nem por isso não deixo de pensar muito sobre.

 

Como é a relação com seus fãs e seguidores?

É maravilhosa, de muito amor e muita energia boa. É uma relação de amizade mesmo.

 

Ficamos com a impressão de que, no começo, você falava de feminismo de uma maneira mais discreta nos seus vídeos e agora o assunto aparece mais abertamente. Você acha que mudou alguma coisa nesse meio tempo?

O que mudou é que eu não sabia que era feminista no início do canal e agora eu sei. Ele sempre esteve ali, só que agora é consciente e lapidado a todo instante.

 

Falando em amor próprio, o tema da nossa campanha de Dia dos Namorados e um dos principais assuntos abordados no seu canal, o que você acha que falta para nos valorizarmos mais?

A gente saber que é possível e que não é arrogância. Quando minha auto-estima não está das melhores, procuro não pensar sobre isso. Acho que para ela ficar boa, precisamos neutralizar a existência e não avaliá-la.

 

Qual a importância da roupa que você veste para você se sentir bem?

Ela tem que ser confortável e ressaltar as minhas partes do corpo preferidas. Se for assim já tô me sentindo super bem!

 

Qual é roupa que tem o poder de te fazer sentir incrível?

Um pijaminha.