Diretora de arte da AMARO lança projeto Stories Collective

 
 
 
 

Nossa diretora de arte, Gabriela Splendore, é a responsável pela plataforma digital Stories Collective, que une nomes promissores da moda ao redor do mundo - e que acaba de ganhar uma versão impressa!

Pela primeira vez, o projeto ganha uma versão offline, com o apoio da AMARO. Explicamos: a plataforma, fundada em 2014 pela dupla Gabriela Splendore e Mariana Lourenço, procura dar visibilidade a profissionais da moda (fotógrafos, stylists, modelos e jornalistas) ao redor do mundo.

Colaborativa e antenada, ela nasceu no universo online, com editoriais exclusivos publicados todas as semanas. Para a revista, o intuito foi o mesmo: o que há de mais legal no universo fashion por meio de imagens únicas e histórias inovadoras.

Ou seja, ela surge completamente alinhada com a proposta da AMARO, uma marca que nasceu 100% conectada e digital. “A presença da tecnologia deve ser cada vez menos perceptível: ela serve para facilitar nossa vida, não para nos transformar em screen junkies”, contextualiza Dominique Oliver, CEO da empresa.

A edição impressa foi lançada na última quarta-feira (05/12), acompanhada de mostra especial na Galeria Rabieh - a exposição fica em cartaz até o dia 12/12. A capa traz uma versão fresh da supermodelo Carol Trentini, em clique de João Arraes e styling de Michael Vendola.

Você ainda encontra na edição trabalhos de fotógrafos renomados no circuito nacional, como a dupla MAR + VIN, Bruna Castanheira, Gustavo Ipolito, Cassia Tabatini e colaboradores internacionais - com shootings realizados no Reino Unido, Japão e Itália.


“O que mostramos aqui não são só imagens e palavras soltas, mas a representação de uma história que inspira cada conteúdo criado. Assim, os artistas trabalham conosco e, juntos, fazemos uma plataforma onde a troca realmente acontece. Esta segunda fase do projeto não seria possível sem os colaboradores e muito trabalho independente”, explica Gabriela Splendore.

 
Fotos por Breno da Matta-7859.jpg
 

Aproveitamos a ocasião para conhecermos mais algumas curiosidades do projeto:

A plataforma existe desde 2014. Qual é a maior dificuldade em manter um projeto independente por tanto tempo?

Ele é 100% baseado em colaboração, não temos nenhum aspecto comercial. Não se trata de uma ferramenta para gerar dinheiro, mas sim visibilidade aos criativos envolvidos. Como qualquer projeto independente, ele requer tempo e dedicação. A maior satisfação foi perceber que realmente somos globais. Recebemos contatos de fotógrafos em Mumbai e até Xangai. Também temos muitos acessos da Austrália.

Como você escolhe os profissionais que vão colaborar nos editoriais?

O processo acontece de duas maneiras, cada edição tem um tema pré-estabelecido por mim e pela Mariana. Depois, convidamos alguns fotógrafos, diretores criativos e stylists para participar. Hoje a plataforma cresceu tanto que recebemos contatos diariamente de equipes ao redor do mundo que querem participar - fazemos uma curadoria de quem mais se alinha com a linguagem da plataforma.

Qual é a maior diferença entre fazer o projeto online e pensar as imagens para uma revista impressa?

As “telas” são diferentes. O online permite fotos mais escuras, por exemplo, já que elas serão publicadas e vistas através de uma tela de computador ou celular. No impresso, existem outros fatores que devem ser considerados, como a impressão em si, que automaticamente escurece a imagem.

Há alguém ou alguma referência preferida de todos os tempos?

O trabalho do fotógrafo Guy Bourdin.

Serviço

Exposição Stories Collective

05 a 12 de dezembro

Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 147, Jardins - São Paulo

10h – 19h (segunda a sexta) e 11h – 17h (sábado)